Lisboa cada vez mais bela
- 10 de out. de 2019
- 3 min de leitura
Hoje almoçamos no Mercado de Campo de Ourique.

Mas não sem antes visitarmos a linda Igreja


E os seus magníficos vitrais.

O Mercado data de 1934, sendo um dos mercados mais antigos da capital portuguesa.


Actualmente está transformado num espaço moderno e repleto de boa comida e bebida.

A apresentação é excepcional e convidativa.


A sobremesa foi o melhor bolo de chocolate do Mundo...

Eu que achava que era o MEU, mas este está no bom caminho!!


Fomos até à Basílica da Estrela ou Real Basílica e Convento do Santíssimo Coração de Jesus, é um templo católico e antigo Convento das Freiras Carmelitas descalças.

Onde casámos...

A Tapada e o lindo Palácio das Necessidades é um antigo Convento que se localiza na freguesia da Estrela.


Tem um magnífico Jardim e uma vista fantástica sobre o Rio.



Apetece morar nele pois aparentemente está desabitado.


Apetece perguntar onde estão as princesas que neles habitavam e as fadas que os mantinham cheios de vida e de ilusões!


Lisboa é assim mágica e pensar que a boca dos Deus das Fontes podem engolir a estátua de Cristo lá tão longe... tudo, mesmo tudo... depende da perspectiva de quem olha e de onde se olha!



Um outro dia caminhando por Lisboa chegamos ao Campo Pequeno.

Um lenda da Tauromaquia.

Um edifício emblemático da cidade desde 1892, com uma arquitectura ímpar de estilo neo-árabe.

Ali mesmo ao lado temos o Jardim do Campo Grande um espaço encantador para passear.


Durante muitos anos se realizaram aqui Touradas.


Hoje em dia possui ainda uma grande sala de espectáculos.

A imperdível descida da Avenida Fontes Pereira de Melo.

Esta é uma das principais artérias de Lisboa, unindo a Praça Marquês de Pombal à Praça Duque de Saldanha.

Uma Avenida larga, cheia de estilo.


E dali para a frente é um pulinho até à Baixa da cidade.


Chegamos ao Marquês de Pombal.

Sebastião José de Carvalho e Melo, uma figura carismática e bem controversa da história portuguesa.


Iniciou muitas reformas no país; administrativas, económicas e sociais.


A ele se confere o papel histórico de renovador da cidade de Lisboa, após o terramoto de 1755.


Almoçamos no restaurante À Parte e gostámos bastante.


E continuámos a descer por aí fora até aos Restauradores, onde está o obelisco que comemora o fim da união ibérica.

A linda Estação de Caminhos de Ferro.

E por diante a Baixa da cidade lisboeta.

Já espreitando o Castelo de São Jorge.

Entre becos e ruelas, Praças e afins... encontramos lojas antigas... montras que lembram a infância.


Espreitamos o Elevador de Santa Justa e os seus visitantes que desfrutam do esplendor das vistas da cidade.

O digníssimo Teatro Nacional D. Maria II.

Na movimentada Praça do Rossio ou Praça D. Pedro IV, o centro nevrálgico da cidade.

E Lisboa é descoberta e muita caminhada, até à Assembleia da Republica.

Onde os representantes políticos do povo debatem as leis do país.

Onde fica a esperança de todos os que acreditam nos milagres.


O Palácio de São Bento de estilo neoclássico, é a Sede do Parlamento.

Rapidamente nos afastamos para não sermos contaminados por alguma ideia brilhante!


E como Lisboa não cansa, muito em especial nos dias brilhantes de Sol fomos até ao Arco da Rua Augusta.

E decidimos subir.

Quando vejo uma cidade de cima, adivinho o quanto ela é bela, os segredos que guarda, a sua vaidade, a sua dignidade...


Lisboa não engana, nem disfarça a sua beleza.


Regressarei a Casa Sempre.


E daqui das alturas nos despedimos por hoje de coração cheio de ternura.





























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